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Diretrizes do Município em relação à gestão sustentável do sistema de águas pluviaisO prefeito de São Paulo assinou na sexta-feira, dia 26/11, o contrato que viabiliza a implementação do Plano Diretor de Drenagem e Manejo de Águas Pluviais na Cidade. O projeto é realizado por meio de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e a Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica (FCTH), entidade ligada a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP). O Plano Diretor visa estabelecer as diretrizes do Município em relação à gestão sustentável do sistema de águas pluviais. Para isso, a FCTH fará estudos durante os próximos 24 meses. Pelo acordo, a Prefeitura investirá aproximadamente R$ 4,1 milhões. Segundo o prefeito, o programa será fundamental para nortear os investimentos na área de drenagem e saneamento básico para 2011 e 2012. “Esse plano vai procurar propor ao Município os investimentos no setor de águas pluviais em longo prazo. Ele passará por diversas secretarias. Por isso, o programa terá condições de integrar esforços e energias em todos os setores. Dessa forma serão potencializadas suas ações”, afirmou. Para o prefeito, os estudos traçarão um retrato que permitirá à Administração Municipal dar um maior respaldo à população. “O paulistano terá uma cidade melhor para se viver, onde os recursos serão mais bem utilizados. Vamos ter a possibilidade de melhorar a qualidade dos investimentos através deste Plano Diretor, quando ele estiver concluído”. BACIAS MUNICIPAIS Para Leme de Barros, o Plano Diretor destacará uma ótica de drenagem voltada às bacias hidrográficas municipais. “Esta visão não será apenas em gestão territorial - feita por limites administrativos. Elas muitas vezes não coincidem com os limites da água. Então, temos aí determinadas bacias municipais, cujos estudos estão em desenvolvimento nas grandes cidades”. O secretário municipal de Desenvolvimento Urbano concordou com a observação do professor. “A cidade de São Paulo tem muitas bacias. O que se queria fazer na construção de um plano era escolher bacias que representassem todas as que existem no Município. Então elas foram escolhidas dessa forma: pela sua topografia, dimensão, característica de declividade e ocupação das margens”. A FCTH
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